Mas nada em volta de nós é compreendido com duas palavras com tão pouco significado. Ou talvez tenha muito. Demais. Um significado tão sufocante quanto as escolhas, as quais são submetidas com um talvez. Ou depois. Quem sabe.
Mas quem sabe mesmo é quem vive e vive pra valer, e caso estejam confusos, deixam pra depois. Ou talvez nem deixem nada.
Entretanto com algumas coisas da vida, posso usar palavras como essas. Talvez porque as coisas -ou pessoas- não me fizeram tão bem quanto acordar cedo e ouvir os pássaros cantarem. Talvez seja bobagem minha mas desperdicei meu tempo de pintura, de música, de escrita e leitura por palavras 'talvez' e 'depois' que podiam ser substituídas por 'agora' e 'presente' mas eu errei e tentei usar a palavra talvez.
Errei, mas errei por falta do tempo que esqueceu de me sufocar com sua força e passou a me deixar livre como uma prisão e liberdade, união paralela, mas depois o tempo vem e passa e aí a vemos o quanto erramos. Desperdiçamos.
Mas no fundo tudo tem um depois.
E o meu depois, foi você.
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