Barulho dos ponteiros do relógios. Dos pés nos chãos. Das mãos. Das unhas que despertaram uma novidade ou curiosidade repentina. Era um barulho que mal conseguiam ouvir, mas era um barulho.
Estavam lá, em algum momento, juntos. A música, de certo modo, era a mesma. A sintonia também. Como sempre, o nada remexia com a curiosidade dos presentes.
Num momento qualquer, o barulho individual despertou a curiosidade que estava ali há algum tempo mas não quebrada. Apenas 'boa tarde, que horas são?' despertou. Quebrou um silêncio de um certo barulho, aquele que interrompia a conversa que pudera ser construída, e agora puderam começar o que já podia ser começado. Era as músicas em comuns que construía e arremessava o que eles mais tinham de bom: a sintonia e a boa conversa, regada com longos suspiros, até mesmo sorrisos.
(Texto feito por Nathália B.)
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