O que mais me incentivou pra criar esse post é que, além de gostar muito (na verdade, amo) de coisas antigas e que nos remete ao presente, são relatos que servem pros dias atuais, que vivemos e parece que são novos, mas não são.
Gosto de coisas antigas porque tem história, tem algo pra contar. Relatos que te faz voltar no tempo mesmo sem ter vivido aquela história.
Espero que gostem, vocês não sabem como estou feliz de fazer esse post, é um daqueles que vou dizer: é importante você ler. Então, que tal viajarmos para 1994 com os pés em 2013?
(para isso, com os documentos antigos que minha avó me deu -presentão!- vou digitar esse post e trazer um pouco da história pra vocês. Nada de rainha Elizabeth, Napoleão, Hittler...)
De 1994 para 2013.
Não tinham face e não precisavam dizer que amavam o Kurt (ou dizer que amavam pra se "enturmar") eles só gostavam e curtiam, e para isso, fizeram marcar a morte do astro do rock por meio do jornal do colégio. Boa iniciativa, meninos.
Marcelo e Bárbara... Será que são namorados hoje? Ou são amigos? Ou não se encontraram ainda depois do colégio? Mistério. Júlio, Júlio... (ainda bem que não é o meu namorado rs) que coisa feia, hein?
Chico Science que fez e faz maior sucesso. É incrível como bons artistas não deixam de ser bons ou esquecidos ao longo do tempo. É bom saber disso.
Agora sim chegamos na parte que eu queria. Críticas. Dessa vez são as escolas particulares. Por que salas cheias? Por que enaltecer o nome da instituição mas não dos alunos? Por que notas e não aprendizados? Está aí um problema não só dos tempos passados, mas dos atuais, afinal pra que tanta fama? Alguns colégios são como empresas, contratam, despedem, suspendem, julgam... Mas e onde fica os estudantes e seus aprendizados? E o valor do professor?
Esse "pessoal das antiga" tem fama por ter um bagagem cultural imensa, mas cada vez me impressiono mais. Artistas como Eddie são valorizados desde desse tempo. E o Batman, até hoje, fazendo sucesso, e não é novidade.
Será que a não valorização de um profissional, como o professor, é um problema atual? Será que por motivos inúteis eles são deixados de lado? É uma realidade que não vem de hoje e que temos que acabar. Minha intenção aqui é mostrar que tudo o que vivemos já foi vivido e tudo o que fazemos é um espelho do passado. Não valorizar o professor é não valorizar a educação. Se o professor for valorizado, o ensino tende a aumentar e não vamos ter aquelas estimativas de que o Brasil ainda tem mais pessoas que não sabem ler do que alfabetizadas. "O conhecimento e o saber estão virando bens de consumo", porque, já vimos, é melhor valorizar a estrutura de uma instituição de ensino do que o ensino da mesma. Professores, lutem pelos seus direitos, porque como diz nosso autor do texto "SEM PAIXÃO E SEM COMPROMISSO e uma MUDANÇA social, um curso é só um curso e um emprego torna-se apenas um emprego".
O número de trabalhadores vem aumentando, é claro, mas não deixamos esquecer da industrialização, que transformou o trabalho braçal em uma coisa monótona devido ás máquinas. É necessário que haja, sim, uma interligação entre a tecnologia e as pessoas, afinal se não fosse a mente humana do que seriam as máquinas?
E pra finalizar esse post cheio de história, mostro aqui a poeta, Gabriela, que com seu poema "Gosto de você" vai nos mostrar que o amor também é "desejar estar sempre ao lado", "querer", "sofrer", "é como a luz do sol".
Espero que tenham gostado dessa viagem meio louca que fiz com vocês. É pequena mas interessante. É voltar no tempo sem sair do lugar, só apenas um clique. Espero que tenham gostado, de verdade, e que deem mais 1, 2, 3, 4... 500 cliques (que clichê intencional rs) nessa postagem. E quem sabe eu não faça mais posts como esse? Me senti realizada por compartilhar algo que eu tenho um imenso apreço. Adorei, adorei.
*Embacei o sobrenome dos alunos, para preservar a imagem deles.
Até mais, gente <3








Nenhum comentário:
Postar um comentário